Memórias

Posted on by GILBERTO DE MARTINO

Mantiqueira

Covardemente bato em retirada. O silêncio é minha arma de defesa, estratégia já desgastada.

Busco refúgio nas minhas memórias.

São tantas.

Passeio com minha avó pelas manhãs frias e úmidas de minha infância. Descubro novamente cheiros de cascas de árvores no chão. Vejo formigas incansáveis. Saúvas horríveis marchando por caminhos infinitos. Ouço as histórias de minha avó. 

Me perco na minha imaginação.

Memórias me fortalecem.